terça-feira, 16 de abril de 2013

Família Mastrorocco...por Miguel Arcanjo Terra


ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS: FAMÍLIA MASTROROCCO
Talvez alguém tenha percebido, em manhãs sem pressa, que de árvores enamoradas nascem as sombras mais graciosas, que dançam ao vento ou se aquietam mansas em tempo parado. Sombras do caminho, impalpáveis, inesquecíveis, a desafiar o que o tempo apaga.
Nessas sombras do Horto Florestal, em São Paulo, eu via outras que por mim passavam generosas, a povoar com um sorriso de igualdade meu desconsolo de menino pobre. O sorriso de igualdade é uma benção para os que vivem de olhares caídos em incertezas profundas.
As sombras da Família Mastrorocco me seguiram amorosas pela vida e ainda me seguem e mais me seguem quanto mais longe vou.
Vicente, o pai. Lúcia, a mãe. E os filhos Francisco, José, Paulo, Irany, Neusa, Teresa. Essa a Família Mastrorocco que conheci menino. Todos passaram por mim como brisa que desfaz a solidão dos grãos de areia e eles dançam eternamente gratos.
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS: FAMÍLIA MASTROROCCO
Talvez alguém tenha percebido, em manhãs sem pressa, que de árvores enamoradas nascem as sombras mais graciosas, que dançam ao vento ou se aquietam mansas em tempo parado. Sombras do caminho, impalpáveis, inesquecíveis, a desafiar o que o tempo apaga.
Nessas sombras do Horto Florestal, em São Paulo, eu via outras que por mim passavam generosas, a povoar com um sorriso de igualdade meu desconsolo de menino pobre. O sorriso de igualdade é uma benção para os que vivem de olhares caídos em incertezas profundas.
As sombras da Família Mastrorocco me seguiram amorosas pela vida e ainda me seguem e mais me seguem quanto mais longe vou.
Vicente, o pai. Lúcia, a mãe. E os filhos Francisco, José, Paulo, Irany, Neusa, Teresa. Essa a Família Mastrorocco que conheci menino. Todos passaram por mim como brisa que desfaz a solidão dos grãos de areia e eles dançam eternamente gratos.
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