Aqui você irá embarcar em uma viagem de nostalgia, onde mostrará o nosso apreciado e lindo Bairro do Tremembé, na época dos queridos e inesquecíveis trens!!! Quando no lugar de asfalto era terra, trilhos e muito, muito mais verde do que os dias atuais. Para matar a saudade de quem viveu naquela época e a curiosidade de quem não viveu, e nem imagina como era nosso bairro na época dos trens. Vamos embarcar nessa viagem!!!
quarta-feira, 6 de março de 2013
Humberto Borges ,Diretor do Filme.....Tremembé ,meu amor disse :
UMA PALAVRA DO DIRETOR
Falar do Tremembé é olhar ao redor e reconhecer a existência de uma mitologia pessoal e coletiva a ser partilhada. É na condição de cineasta e morador do bairro há 30 anos que entrevejo neste documentário a possibilidade de criar uma rede de ligações dentro da minha própria comunidade: resgatando memórias, costurando idéias, legitimando os moradores meus vizinhos no ato de contar-se e reinventar-se.
O morador do Tremembé poderia ser personagem de certos poemas de Carlos Drummond de Andrade: arquetipicamente interiorano e em harmonia com a abundante natureza que o rodeia, representada pela Reserva da Cantareira e seu entorno. Essa sacralidade popular, aliada ao conceito dialético de modernização e perda das expressões arcaicas, é o que orientou a seleção dos objetos (materiais e imateriais) e das pessoas que estão sendo abordadas no documentário. A história do bairro, para mim, é o grande embate da civilização: o choque entre o antigo e o moderno, o rural e o urbano, o homem ocupando seu espaço na natureza.
Humberto Borges
Falar do Tremembé é olhar ao redor e reconhecer a existência de uma mitologia pessoal e coletiva a ser partilhada. É na condição de cineasta e morador do bairro há 30 anos que entrevejo neste documentário a possibilidade de criar uma rede de ligações dentro da minha própria comunidade: resgatando memórias, costurando idéias, legitimando os moradores meus vizinhos no ato de contar-se e reinventar-se.
O morador do Tremembé poderia ser personagem de certos poemas de Carlos Drummond de Andrade: arquetipicamente interiorano e em harmonia com a abundante natureza que o rodeia, representada pela Reserva da Cantareira e seu entorno. Essa sacralidade popular, aliada ao conceito dialético de modernização e perda das expressões arcaicas, é o que orientou a seleção dos objetos (materiais e imateriais) e das pessoas que estão sendo abordadas no documentário. A história do bairro, para mim, é o grande embate da civilização: o choque entre o antigo e o moderno, o rural e o urbano, o homem ocupando seu espaço na natureza.
Humberto Borges
segunda-feira, 4 de março de 2013
Na Revistaria do Sr Manoel chegou mais exemplares do Livro sobre Tremembé ...e´o número II
Livro de Eduardo Britto sobre o bairro na Revistaria Tremembé ....do Sr Manoel.....localizada na Rua Maria Amália Lopes de Azevedo.......
sábado, 2 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Filmagens do Tremembé, meu amor
Ontem ,28 de fevereiro passamos uma tarde agradável no quintal da casa da Hercy e João Pedro Mendonça recordando histórias interessantes do Tremembé....., com Carminha ,Marly Policastro,Maria Regina Pontes Betarello ..com Anay Borges,Avani,Humberto Borges....e sua equipe de fimagem.......gravando Tremembé ,meu amor.....viajamos no tempo e ficamos saudosos do tempo em que aqui todos se conheciam......que não havia trânsito......enchentes.....que não tinhamos a preocupação com o Rodoanel........que nos ameaça.....bons tempos .
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